Pelo menos 17 ficaram feridas, após um homem entrar na escola municipal Tasso da Silveira, na Rua Piraquara, em Realengo, na zona oeste do Rio de Janeiro, e atirar contra elas.
O homem invadiu a sala de aula e atirou. Dez ambulâncias estão no local para atender as crianças.
As vítimas estão sendo levadas para o hospital Albert Schweitzer, também em Realengo.
O homem tentou fugir, mas foi interceptado por policias que faziam uma operação na região e acabou morto.
O morador Evaldo Machado, entrevistado pela rádio CBN, estava na janela de casa, próximo à escola, e contou como foi a situação.
- Eu estava olhando para fora e vi o tiroteio. Olhei para dentro da escola e vi os alunos correndo. Ouvi vários disparos. Foi uma correria e muita gente gritando. Em 20 minutos as ambulâncias chegaram.
Centenas de pessoas estão aglomerada na porta da escola. Policiais isolaram a área. Entre os feridos estão alunos e funcionários do colégio.
Atualizada às 09:37h
De acordo com as primeiras informações do subcomandante do batalhão, major José de Paula, o homem seria ex-aluno e chegou a falar com professores e alunos. Depois, começou a atirar. Não se sabe ainda sobre a motivação do tiroteio.
Segundo o relações-públicas da PM, coronel Ibis Pereira, a primeira equipe da PM que chegou à escola trocou tiros com o suspeito, já identificado pela médica do Corpo de Bombeiros como sendo Wellington Meneses de Oliveira, 24 anos, ex-aluno da escola. Ele foi identificado pelo documento de identidade da própria escola.
As crianças da escola disseram que realmente um grande banho de sangue. "Foi horrível!", disse um outro pai de aluno. O atirador entrou na escola alegando que faria uma palestra para os alunos.
Atualizada às 09:55h
Polícia já identificou oito mortos no tiroteio. Ainda de acordo com as informações da polícia, ao perceber que estava sendo perseguido e cercado pelos policiais, o atirador subiu para um dos andares da escola e cometeu suicídio. Ele deixou uma carta dizendo que comentaria o suicídio.
O comandante da operação policial informou que foram constados 17 pessoas feridas e 11 mortos. O atirador deixou uma carta e nela informa que cometeria os crimes e iria se suicidar. Ele usava duas armas e carregada muita munição. Segundo a polícia, ele recarregou as armas várias vezes.
Atualizada às 10:30h
- Um garoto baleado no rosto chegou pedindo ajuda e contando que um cara entrou atirando na escola. Uma equipe socorreu o menino, e outras duas se dirigiram à escola. Chegando lá, o sargento Alves abordou o atirador, que estava no segundo andar, subindo para o terceiro. O policial deu um tiro na perna do criminoso e mandou ele se render. Em seguida, o homem deu um tiro na cabeça - disse Fernandes, fiscal do Detro.
O gari Dorival Porto Rafael, que se encontrava na escola no momento do tiroteio, contou que o homem armado entrou em uma sala da oitava série, onde cerca de 40 alunos assistiam à aula de português.
- Ele entrou na escola dizendo que daria uma palestra. Foi para uma sala da oitava série, que fica no primeiro andar, e sem falar nada tirou uma pistola da bolsa e começou a atirar. A polícia chegou, e ele tentou subir para o segundo andar, quando viu que estava cercado, deu um tiro na cabeça. Nenhum funcionário pode se aproximar, apenas a polícia está no local - contou em entrevista por telefone.
Atualizada às 11:07h
Atirador tinha envolvimento com o islamismo
Wellington Menezes de Oliveira, suspeito de atirar contra crianças na escola municipal Tasso da Silveira, de Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro, esteve envolvido com islamismo, usava excessivamente o computador e havia deixado a barba crescer. As informações foram passadas por Rosilane Menezes de Oliveira, 49 anos, irmã de criação do suspeito, em entrevista à rádio Band News FM.
Rosilane afirmou que Wellington foi adotado por seus pais, Guido e Diceia, que já morreram. Há cerca de dois anos, quando Diceia morreu, Wellington teria saído de casa. Segundo Rosilane, ele ficava muito tempo no computador, falava freqüentemente coisas ininteligíveis sobre islamismo e havia deixado a barba crescer.
Ela contou ter visto o irmão de criação pela última vez há cerca de 8 meses, na época das eleições de 2010. "Ele veio aqui em casa, mas estava muito estranho, não quis ficar e foi embora", disse. Ela confirmou que Wellington estudou na escola municipal Tasso da Silveira.
Atualizada às 11:27h
Falando sobre a tragédia, o presidente do Senado Federal, senador José Sarney, considerou o fato como ato de terrorismo, devido às ligações do atirador com grupos do Islamismo.
O fato e as ligações do atirador já está repercutindo internacionalmente.
Fonte: JL/R7
Reportagem publicada no site www.jornalluzilandia.com.br
Vamos orar por estes pais que perderam seus filhos, e pelo nosso estado, que Deus venha salvar este povo.
Que Deus os abençoe poderosamente. E não se esqueçam Tenha uma vida de entrega ao Senhor. “Ninguém, que lança mão do arado e olha para trás, é apto para o reino de Deus”. Lucas 9:62
